Esta árvore de Natal, profundamente enraizada em simbolismos, transcende sua natureza decorativa ao representar valores de resistência, luz e vida. A tradição remonta a 1530 na Alemanha, quando Martinho Lutero, após uma noite admirando os pinheiros nevados da floresta, replicou a beleza com galhos, estrelas, algodão e velas acesas em sua casa. A cena, além de decorativa, tornou-se uma narrativa visual que transmite a magia presenciada na natureza.
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