sábado, 31 de março de 2012

JESUS É O FILHO DE DEUS E O REI DOS JUDEUS


Os Evangelistas dão muita importância ao caminho da cruz.
A parte final do Evangelho de Marcos retrata a morte de Jesus com o objetivo de fazer compreender melhor a Paixão de Jesus.
Porquê tanta importância? 
A guiza de informação o texto grego a Paixão tem aproximadamente umas 160 linhas enquanto o da Ressurreição apenas 46 linhas. 
A morte de Jesus é destaque em Marcos porque ele quer nos revelar que Jesus viveu primeiro a Sua Paixão no Coração, antes de a sofrer no seu corpo.
Jesus anuncia que todos vão abandona-lo (14, 27); que Pedro vai traí-lo (14, 30); que morrerá sozinho; que experimentará o abandono na cruz (15, 34).
O relato inicial da Paixão mostra a conspiração contra Jesus, a unção em Betânia, a traição de Judas, os preparativos para a Páscoa, a instituição da Ceia do Senhor.
No Getsemani e no Gólgota Jesus ora em aramaico. «Eloí» significa «meu Deus». Começa com uma súplica: «Eloí, Eloí, lema sabctani?» (Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?). Palavras do Salmo que termina numa alegria inexplicável: «Louvai o Senhor, glorificai-O, reverenciai-O, vós todos os filhos de Israel. Uma nova descendência há-de nascer para servir o Senhor e anunciar a Sua salvação: tal é a Sua obra!» (Salmo 22, 2.24.31-32).
Marcos narra dois processos contra Jesus: um religioso, outro político para dizer (1) às autoridades religiosas judaicas que Jesus é verdadeiramente o Messias, o filho do Homem, o Filho de Deus (Marc 14,61-62), (2) às autoridades romanas que Jesus é o Rei dos Judeus (Marc 15,2).
No início do Evangelho, há uma pergunta sobre Jesus: «quem é este Homem a Quem o vento e o mar obedecem?»; responde o centurião: «verdadeiramente este Homem era o Filho de Deus».
Sabemos quem é Jesus.
Queridos, aproveitemos esta semana para meditarmos na morte de Jesus. Esta morte nos fala e deve provocar em nos uma confissão semelhante a do Centurião romano. Subamos ao nosso Calvário, e fixemos o nosso olhar em Jesus o autor e consumador da nossa fé na certeza que apesar das dificuldades a luz da páscoa de Jesus iluminará a escuridão.

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