quinta-feira, 30 de julho de 2015

VETO DA DILMA ROUSSEFF ACABA COM REAJUSTE DOS APOSENTADOS.


Não levando em consideração os apelos de milhões de brasileiros, idosos e aposentados a presidente Dilma Rousseff vetou o aumento dos aposentados, mostrando que não tem o menor respeito com aqueles que com suor e sangue construíram o Brasil.
Ao vetar a extensão da política de reajuste do salário mínimo para todos os aposentados do INSS, a presidente deixa de fora quase 10 milhões de brasileiros sem aumento num momento crítico da vida e de uma crise econômica que não foram eles que patrocinaram.
O veto foi publicado hoje, dia 30 de julho, no Diário Oficial da União.
No início do mês de julho, o Senado aprovou a Medida Provisória que prorrogava até 2019, o modelo atual de reajuste do salário mínimo e extensivo aos aposentados, numa resposta a luta dos idosos e aposentados com apoio das entidades representantes do segmento, houve vitória na Câmara dos Deputados no Senado.
O veto presidencial ao reajuste do Salário Mínimo prejudica milhões de idosos e aposentados.
Mas, ainda há uma esperança o veto presidencial vai ao Congresso Nacional e será apreciado pelos 81 senadores e 513 deputados.
Há uma chance para derrubar esse maligno veto.
Não vamos fugir da luta. Escreva para os parlamentares das duas casas para que eles derrubem o veto e mostrem que estão ao lado do povo brasileiro, para nossa alegria.
O Congresso Nacional, deve legislar para o bem do povo e não pode desprezar milhões de idosos aposentados injustiçados.
É preciso exercer pressão com dialogo, escrever e-mail para os senadores e deputados, usar as redes sociais, etc.

Você que ainda não é idoso ou aposentando entre nessa luta, senão a próxima vítima será você.

BRASÍLIA - IDOSO RECEBE 12 MIL REIS DE INDENIZAÇÃO POR IMPLANTE DENTÁRIO SEM SUCESSO


Reparação de R$12 mil foi motivada após erros cometidos pela clínica odontológica contratada pelo assistido
Cirilo Alves Martins é mais um exemplo de atuação efetiva da Defensoria junto à população. O motorista aposentado, hoje com 83 anos, conseguiu no ano passado uma indenização de R$ 12 mil junto a uma clínica odontológica após um serviço prestado de maneira insatisfatória. O idoso precisou esperar três anos para ter seu processo concluído, mas garante que valeu a pena.
Em 2009, ele precisou fazer quatro implantes dentários. O aposentado chegou a vender seu carro usado para pagar pelos R$ 6,5 mil do tratamento. Quase a totalidade da quantia foi paga à vista, após a realização do último implante mas, meses depois, Cirilo começou a sentir dores muito fortes. “Eu vivia entupido de antibiótico”, recorda o senhor, arrependido de ter realizado o procedimento. Quando procurava o consultório, as explicações eram sempre insatisfatórias. “Eu ia lá e me enrolavam só na conversa. Cheguei a esperar quatro horas para ser atendido”, afirma. Cirilo conviveu com as dores por oito meses, retirando gradualmente os implantes ao longo desse período.
Em 2011 e já sem as próteses, o aposentado decidiu procurar a Defensoria Pública para recuperar na Justiça o dinheiro empenhado no tratamento. A Defensoria conseguiu não só o valor integral da rescisão do contrato, como mais R$ 4 mil de danos morais pela dor e constrangimento que o idoso passou. A indenização, porém, foi reduzida após um acordo com o consultório, que só foi concluído no início de 2014. “Eu fiz um acordo com o advogado do dentista e combinei de receber cinco parcelas de R$ 2,5 mil”, explica Cirilo.
“Demorou, mas valeu a pena”, garante. O aposentado entende que a morosidade se deve às condições atuais do Judiciário, mas está satisfeito com o resultado final. “Fica meu agradecimento a todos os servidores daquele Núcleo, levando em consideração que sou um cidadão idoso, mas mesmo assim fui muito bem atendido.”
Cirilo Alves foi atendido no Núcleo da Ceilândia, perto do local onde mora. O núcleo funciona de segunda a sexta-feira entre 8h e 19h, prestando assistência em casos de família, cível, penal, inventários, violência doméstica e outros assuntos. Você pode entrar em contato com o núcleo pelos números (061) 2196-5150, (061) 2196-4452e (061) 2196-4448.
Matéria por Tainan Pimentel e Valquíria HomeroFotos internet
Da Assessoria de Comunicação
Publicado por Defensoria Pública do Distrito Federal

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PLS 373/2015 - TRANSFORMA EM CRIME HEDIONDO O ASSASSINATO DE IDOSOS


Tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 373/2015, para tornar o homicídio contra o idoso crime hediondo. De acordo com informações da assessoria do senador Elmano Férrer, autor do projeto, de 2011 ao primeiro trimestre de 2014 o Disque-100 registrou mais de 77 mil denúncias de violações de direitos humanos contra a pessoa idosa, e os tipos mais comuns de violação contra os mais velhos são a negligência (68,7%) e a violência psicológica (59,3%). Ademais, a faixa etária que mais sofreu abuso financeiro foi a de 76 a 80 anos. Em 2014, o número de denúncias chegou a 20,43%. E, em 2013, cerca de 50% dos infratores eram filhos de idosos. Apenas nos primeiros meses de 2014, o número subiu para 53%.
Violência física: 34%. Vítimas mulheres: 66,29%. Vítimas homens: 27,26%. Ainda de acordo com a assessoria, os dados confirmados pela Consultoria do Senado Federal são extraoficiais devido à dificuldade de acesso a dados fornecidos pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e pelo Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI), órgãos federais responsáveis pela resguarda dos direitos da pessoa idosa.
Até 2050, aproximadamente 68,1 milhões de pessoas atinjam os 60 anos no Brasil.
O PLS 373/15 encontra-se na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, na qual não foram apresentadas emendas no prazo regimental de 5 (cinco) dias úteis. Nessa Comissão, o projeto aguarda designação do Relator, o que deve ocorrer após a retomada dos trabalhos legislativos, em agosto. 
Extraído

IPB Tejipió. 96 anos

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