terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PRESBITÉRIOS CRIAM SECRETARIA DA TERCEIRA IDADE

A SGTTI-IPB parabeniza o Presbitério Litoral Sul de Pernambuco e o Presbitério Centro de Pernambuco pela criação da Secretaria da Terceira Idade, e aos  Rev. Rômulo Henrique e Gedeão Ferreira, respectivamente.
A SGTTI se coloca a disposição dos novos secretários no que for possível e necessário para o exercício desta nova função.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Cerca de 4,5 milhões de idosos terão dificuldades na vida diária em 2020

Rio de Janeiro - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que cerca de 4,5 milhões de idosos - 1,3 milhão a mais do que em 2008 - terão dificuldades para exercer as atividades da vida diária nos próximos dez anos. Desse total, 62,7% são do sexo feminino.

Os dados estão no livro Cuidados de Longa Duração para a População Idosa: Um Novo Risco Social a Ser Assumido?, que o Ipea lançou nessa quinta-feira (16), no Rio de Janeiro. O estudo foi organizado pela coordenadora da área de População e Cidadania do Ipea, Ana Amélia Camarano, e foi tema da mesa-redonda Cuidados para a População Idosa: De Quem é a Responsabilidade?
Para Camarano, mesmo que a proporção de idosos com incapacidade funcional diminua como resultado de melhorias nas condições de saúde e de vida em geral, ainda assim, muito provavelmente cerca de 3,8 milhões de idosos vão precisar de cuidados de longa duração em 2020.
Segundo ela, “é urgente pensar uma política de cuidados de longa duração para a população idosa brasileira, inclusive porque a oferta de cuidadores familiares tende a se reduzir nos próximos anos”.
Em entrevista à Agência Brasil, a coordenadora da área de População e Cidadania do Ipea disse que o objetivo do estudo é “levantar a discussão sobre de quem é, de fato, a obrigação de cuidar das pessoas idosas e se esse cuidado tem que se transformar em um risco social. A questão é se essas pessoas têm o direito ou não de ser segurado do Estado, como ocorre no caso da Previdência Social e da assistência à saúde”.
A pesquisadora do Ipea lembra que a Constituição Brasileira, a Política Nacional do Idoso e o Estatuto do Idoso responsabilizam as famílias por esses cuidados. Segundo ela, a publicação apresenta argumentos para que o Estado e a iniciativa privada assumam e dividam com as famílias essa responsabilidade. Segundo ela, a ausência de uma política estruturada e articulada de cuidados formais do idoso, ponto de partida para as reflexões do estudo, faz com que “hoje, a família venha a desempenhar o papel de cuidar ou descuidar de aproximadamente 3,2 milhões de idosos sem praticamente nenhum apoio, seja do Estado ou do setor privado”.
Para Camarano, a ação dos órgãos governamentais é mínima, reduzida à modalidade de abrigamento nas Instituições de Longa Permanência para Idosos (Ilpis) – os “asilos” do passado. “Esses têm origem na caridade cristã e a maioria ainda depende dela. Outras alternativas são escassas”, afirma.
“Eu acho que o Estado tem sim que assumir uma posição mais efetiva na criação de mecanismos de proteção e cuidado das pessoas idosas. Porque a capacidade de as famílias desempenharem esse papel está diminuindo ano a ano e, paralelamente, aumenta a demanda e alguém tem que assumir isso. A grande questão que se impõe é: esse é um risco social que o Estado deve assumir? Eu acho que sim, porque a perda da capacidade laborativa é um risco social decorrente da idade avançada. E o Estado já assumiu essa perda quando criou a Previdência Social e a aposentadoria por invalidez”.
O livro, diz o Ipea, parte do novo cenário demográfico (que indica (mais longevos na população brasileira), com quatro perguntas: como ficará a autonomia dos idosos para as atividades da vida diária?; a família brasileira continuará como principal cuidadora dos membros idosos?; quais as alternativas de cuidado não familiar disponíveis no Brasil?; e qual deverá ser a responsabilidade do Estado na provisão de serviços de cuidados para a população dependente?
Camarano lembra que os “asilos” são historicamente associados ao abandono familiar e à pobreza, e nessa associação está a origem do preconceito. “O livro busca desconstruir a oposição entre vida e residência em Instituições de Longa Permanência para Idosos, bem como entre “solidão” e “aconchego”. 
O estudo procura mostrar ainda que a vida nessas instituições é um pedaço da vida fora delas, uma continuação do que se vive fora delas. “Não há rupturas, como se imagina. Nelas, existem namoros, encontros, desencontros, solidão, brigas, ‘barracos’, felicidades, tristezas e muitas outras emoções”.

Edição: Graça Adjuto
Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Ipea projeta número de idosos com mais dificuldades nos próximos anos

Da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) promove hoje (16), às 13h30, no Rio, entrevista coletiva sobre o livro Cuidados de Longa Duração para a População Idosa: Um Novo Risco Social a Ser Assumido? A organizadora do livro, Ana Amélia Camarano, participa da mesa-redonda Cuidados para a População Idosa: De Quem é a Responsabilidade?

O Ipea faz uma projeção do número de idosos que terão mais dificuldades na vida diária nos próximos dez anos – a maioria do sexo feminino. O trabalho aborda ainda a fragilidade das redes sociais em relação aos cuidados de longa duração no município do Rio.
Edição: Graça Adjuto

Publicada lei que obriga separação de bens para casamentos com pessoas de 70 anos

Brasília - O Diário Oficial da União publica hoje (10/12/2010) a lei que muda o Artigo 1.641 do Código Civil Brasileiro para tornar obrigatória a separação total de bens para casamentos com pessoas após os 70 anos. A idade vigente até então era de 60 anos.
A medida havia sido incluída no Código Civil para evitar os casamentos por interesse – quando um dos noivos decide se unir ao mais idoso para tomar posse de seus bens materiais. A decisão de alterar o código partiu da premissa de que a população brasileira aumentou sua expectativa de vida, e a pessoa com 60 anos ainda tem capacidade de decidir sobre seu regime matrimonial.
De acordo com a autora do projeto, deputada Solange Amaral (DEM-RJ), a idade de 60 anos foi fixada quando a expectativa de vida média do brasileiro era de 60 anos.
Para o Instituto Brasileiro de Direito de Família, a alteração ameniza a situação, mas não resolve o problema. Continua a existir uma imposição discriminatória, que fere o direito do cidadão de dispor livremente de seu patrimônio.
Edição: Talita Cavalcante
Christina Machado
Repórter da Agência Brasil

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CULTO DE AÇÃO E GRAÇAS

Na quarta-feira (09) o Rev. Pinho Borges, Secretário Geral do Trabalho da Terceira Idade,  e família, ofereceu ao Senhor da Seara, Culto de Ação e Graças, pelos 11 anos de ministério a frente da Igreja Presbiteriana da Boa Vista e pelo seu novo ministério a frente da Secretaria Geral.
Uma noite inesquecível de louvor e adoração. Na ocasião o Rev. Pinho Borges recebeu a Láurea Rev. Jerônimo Gueiros, pelos 11 anos de Ministério na Igreja. O mensageiro da noite foi o Rev. Guilhermino Cunha  e nos louvores destacamos a presença do cantor sacro Luiz de Carvalho, além da participação do Grupo Art&Júbilo e o Coro Dr. Orlando de Vasconcelos ambos da igreja local e finalizando as comemorações todos foram convidados para a confraternização que aconteceu no salão social do Edfício Jerônimo Gueiros.













terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Homens jovens têm 4,5 mais chances de morrer do que as mulheres em igual faixa etária

Thais Leitão
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A chance dos homens morrerem jovens, aos 22 anos, é 4,5 vezes superior à das mulheres na mesma faixa etária. De acordo com estudo Tábua da Mortalidade , divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa diferença mais que dobrou desde 1980, quando eram registrados dois óbitos masculinos para cada feminino nessa faixa etária.

Esse aumento é explicado, em grande parte, pelas mortes violentas. Entre 15 e 19 anos, os homens responderam, em 2009, por 87,35% do total de mortes violentas no país. Na faixa seguinte, entre os 20 e 24 anos, o percentual chega a 90,21%. Somente a partir dos 30 anos a tendência se inverte e as causas naturais surgem como o principal fator dos óbitos, sendo responsável por 60,18% das mortes entre 30 a 34 anos e por 70,62% para aqueles com idade entre 35 e 39 anos.

Segundo o gerente de Estudos e Análises Demográficas do IBGE, Juarez de Castro Oliveira, se esse panorama não for alterado, o Brasil poderá atingir “níveis insustentáveis”. “Atualmente já há um excedente de quase 4 milhões de mulheres na população brasileira e é bem provável que em 2050 já tenhamos 14 milhões de mulheres a mais.”

Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, no ano passado a expectativa de vida para os homens alcançou 69,42 anos e para as mulheres chegou a 77,01 anos. Para a média da população brasileira, a expectativa de vida era de 73,17 anos.

Também houve aumento na esperança de vida dos idosos. Em 1980, um brasileiro com 60 anos esperaria viver em média 76,39 anos. No ano passado, brasileiros na mesma faixa etária viveriam em média até os 81,27 anos.

Segundo o gerente do IBGE, essa mudança é fruto da ampliação de políticas voltadas para essa parcela da população. “A chamada terceira idade não é a mesma de 50 anos atrás. Ela tem mais vitalidade, mais disposição, quer trabalhar, ter mais lazer. Hoje as pessoas chegam aos 70 e 75 anos com vitalidade, fazendo exercícios físicos, tendo boa alimentação.”

Para ele, os governos e a iniciativa privada precisam investir mais na adaptação do mobiliário urbano, que inclui as condições de deslocamento principalmente nas grandes cidades, para os idosos.

Edição: João Carlos Rodrigues

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

WORKSHOP EM NATAL – RN.

A SGTTI realizou nos dias 3 e 4 de dezembro o Workshop: Construindo a REPAPI, na Cidade de Natal no Rio Grande do Norte, precisamente na Igreja Presbiteriana Memorial do Natal, pastoreada pelo Rev. José Romeu e contou com a participação das Igrejas de Pirangibe e Alecrim . A abertura do Workshop foi um verdadeiro culto a Deus, com a participação de um coral  formado em sua totalidade formado por pessoas idosas.

No sábado foram realizadas duas oficinas que trataram dos direitos da pessoa e da necessidade das igrejas  agilizarem projetos com a finalidade de melhorar a participação dos idosos na vida ativa da comunidade eclesial.  Assim como em Governador Valadares(MG), o Rev. Romeu se comprometeu a criar junto com o Sínodo um núcleo para tratar da questão do envelhecimento no Concílio.

SNPI, ministra na IPB Areias em Recife

SNPI, ministra na IPB Areias em Recife : ACONTECEU – No dia 12 de abril de 2026, na Igreja Presbiteriana de Areias, durante seu Culto Matuti...

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