“Vó, leia quando quiser”: Dona Alzira sempre teve mãos ocupadas e coração silencioso. Aos setenta e oito anos, sua rotina era simples: café passado na hora, a cadeira de balanço na varanda e o rádio antigo que insistia em chiar mais do que cantar. A vida, para ela, havia se tornado uma sequência de dias iguais — até aquela …
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