domingo, 30 de janeiro de 2022

2º Encontro da PI do Sínodo de São Paulo


2º Encontro da PI do Sínodo de São Paulo

Pecado original

Queridos.

Ao ser infiel a Deus, Adão perverteu o céu e a terra. “Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora” (Rm.8:20-22), e isto foi transmitido a todos os homens (Rm.5:12- Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram), por isso todos nós somos descendentes de uma semente impura.

Antes de nascermos já estamos contaminados, pois do Puro/Deus, não pode vir o impuro/homem.

O pecado original é a hereditariedade da depravação e corrupção de nossa natureza transmitida desde Adão.

Enquanto perdemos em Adão, ganhamos em Cristo. Embora o pecado original tenha começado em Adão, ele vai terminar em Cristo, como escreveu o apóstolo Paulo: “porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos. (Rm 5:19).

Queridos.

A vida perdida em Adão é recuperada em Cristo. “Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. (1 Co 15,22). O próprio Cristo declara que nascemos depravados e impuros, pois somos “fruto da carne”.

O pecado, não vem de Deus, por isso não podemos buscar nEle razões para o pecado como diz Ec.7,29 “Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias”.

O pecado está na própria natureza humana e com o homem está privado da liberdade de vontade e reduzido a miséria e solidão, isto é, o livre se tornou escravo.

Com o pecado, o Poder de Deus (a liberdade) no homem desmoronou, e agora como servo não manda, não ordena, apenas obedece.

Que Deus pois te abençoe. Amém.

sábado, 29 de janeiro de 2022

Vote NÃO ao PL 5628/19

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Vote NÃO ao PL 5628/19

Graça divina e o bem

A graça divina é o único remédio para curar a depravação humana. O termo “graça” está presente em várias.  Ela é definida como a influência de Deus nos seres humanos para regenerar e santificar.

Na revelação do Espírito o profeta Ezequiel (36:26-27), diz “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis”. A graça produz mudança de vontade, porque o que passa habitar no homem agora provém de Deus e Ele é quem proporciona está mudança. Jeremias mostra que o que há de bom em nós vem de Deus, e isso ocorre depois de sermos alcançados pela graça.

Salomão (1Rs.8,58) mostrou que a tendência do coração do homem é para rebeldia. Mas na graça o Salmista (Sl.100,3), diz que somos feitura de Deus. O bem que há em nós procede de Deus, e os eleitos estão na inclinação para bem. E Davi pede (Sl.51,1), pede um coração puro e uma mente de espírito reto.

Em Fl.1:6, Paulo escreve: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus. A expressão “começou boa obra", significa o começo da conversão; é Deus despertando no nosso ser o amor, o desejo e a justiça.

E o mesmo Paulo vai dizer que “não temos capacidade de pensar no bem, mas Deus nos capacita; transformando nossa vontade depravada no querer bem (Fl.2:13), mostrando que o que há de bom na vontade do homem é obra da graça de Deus(1Co.12:6).

Paulo ensina que a salvação é pela graça de Deus, já que o princípio de todo bem procede de Deus na segunda criação que é Cristo.

No evangelho de João (15), lemos que “não damos frutos de nós mesmos”. Não temos capacidade de nada para nossa salvação”.

De sorte que é Deus que inicia a boa obra em nós.

Só produzimos o bem se fomos alcançados pela graça porque o bem vem de Deus.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Padronização nacional de cartão de estacionamento de idosos.


Esperança da glória

Cl. 1:27, “Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória;” O que é esperança? Esperança é a crença emocional nas possibilidades de resultados positivos relacionados a eventos e circunstâncias pessoais. Sermão ministrado na IPB de Tejipió em 16,01.2022

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

Cultura bíblica

TÍTULO: Cultura bíblica. Expressões

Queridos. Existe várias expressões na bíblia que estão baseadas na cultura dos povos e que foram tomadas por empréstimos nas escrituras do Novo Testamento.

Para o povo que viveu a sua cultura as expressões não causam nenhum espanto, apenas mostram o jeito de pensar deles em relação a determinados assuntos do seu dia a dia.

Não podemos esquecer que há uma diversidade cultural e que muitas vezes algo que tem certo valor para uma cultura em outra não tem o mesmo valor. Por isso há uma necessidade de entender que os povos são diferentes, as culturas são diferentes e o entendimento cultural também é diferente.

Com relação a palavra de Deus nós sabemos que não há diferença é daquilo que tá escrito entre o novo e o velho testamento, e algo que combina.

mas é importante é situar os fatos e eventos em sua época para tirar melhor lições para a nossa vida do ponto de vista espiritual.

Por exemplo vamos citar algumas expressões próprias do antigo testamento.

Esta expressão que está e Mt 27:25, que diz: Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos! Também está registrado no Velho Testamento, no livro de Samuel. Disse-lhe Davi: O teu sangue seja sobre a tua cabeça, porque a tua própria boca testificou contra ti, dizendo: Matei o ungido do Senhor (2 Sm 1:16) .

Isso, revela que o povo assumia a responsabilidade da condenação que reclama

; o povo se assumia como testemunha que o legislador era inocente na morte da vítima.

Isso é correlato ao lavar as mãos diante de um condenado como aconteceu com Pilatos na condenação de Jesus.  lavar as mãos no velho testamento era mostra a inocência contra a morte de alguém.

Alguns desses costumes hebreus foram incorporados, ou tomado por empréstimos pelo Cristianismo.

Embora não utilizamos mais a essas expressões caia sobre nós o seu sangue ou o ato lavar as mãos diante de um condenado ou morto.


Idoso: Não Confunda Biometria e Prova de Vida

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