Conceituando família – 3: A redução da quantidade de filhos nas famílias brasileiras vai gerar no futuro bem próximo um problema social, pois reduz a taxa de reposição populacional, levando-se ao questionamento: quem vai cuidar de quem? Pode parecer egoísmo ter filho pensando no cuidado futuro, mas é assim desde a criação da humanidade, uma geração cuidando da outra, …
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
Conceituando família – 3
Conceituando família – 3: A redução da quantidade de filhos nas famílias brasileiras vai gerar no futuro bem próximo um problema social, pois reduz a taxa de reposição populacional, levando-se ao questionamento: quem vai cuidar de quem? Pode parecer egoísmo ter filho pensando no cuidado futuro, mas é assim desde a criação da humanidade, uma geração cuidando da outra, …
Leitores
Leitores: Ao contrário de desfrutar um pouco do feed das mídias sociais no meio do trabalho no século 21, as pessoas no final da década de 1920, não tinham realmente nada para se entreter enquanto passavam horas a fio em seus pequenos escritórios. Com isso, as fábricas introduziram os “leitores” profissionais para ler notícias e outras …
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
Não precisamos das cinzas
NÃO PRECISAMOS DAS CINZAS DA QUARTA FEIRA.
As cinzas no imaginário
religioso simbolizam sofrimento, luto, penitência, assim como remete para a
finitude da matéria ao passar pelo fogo.
Nos textos do Antigo Testamento a aplicabilidade de cinzas sobre o corpo representava arrependimento do pecado como nos revela o texto de Mateus 11:21 (NTLH) – “Ai de você, cidade de Corazim! Ai de você, cidade de Betsaida! - Porque, se os milagres que foram feitos em vocês tivessem sido feitos nas cidades de Tiro e de Sidom, os seus moradores já teriam abandonado os seus pecados há muito tempo. E, para mostrarem que estavam arrependidos, teriam vestido roupa feita de pano grosseiro e teriam jogado cinzas na cabeça!”
Em Ezequiel 28,18.
Lemos. “Você foi tão desonesto nas compras e vendas, que os seus lugares de
culto foram profanados. Por isso, pus fogo na cidade e a queimei
completamente. Todos os que agora olham para você estão vendo que você virou
cinzas”.
Em Ezequiel 27:30
(NTLH) “Todos eles choram amargamente por você, jogando pó na cabeça e rolando
nas cinzas em sinal de tristeza.”.
Ester 4:1 (NTLH) - Quando
Mordecai soube de tudo isso, rasgou a roupa em sinal de tristeza, vestiu uma
roupa feita de pano grosseiro, pôs cinza na cabeça e saiu pela
cidade, chorando e gritando”.
Nos primeiros séculos
do Cristianismo aquele que cometesse pecados gravíssimos e/ou escandaloso, eram
obrigados a pagar penitência velada ou pública, que podia durar semanas ou
anos, a depender das autoridades eclesiásticas da época.
Com o passar dos anos as
penitencias podiam ser pagas pelo pecador ou por terceiro a partir de
negociação entre o pecador e o contratado para executá-la.
No passado o pecador procurava
uma igreja buscando arrependimento pelos pecados.
Após receber uma exortação
da autoridade religiosa o pecador era coberto com uma pequena túnica amarrada
com um cordão, tinha cinzas postas obre a cabeça e era mandado embora só
podendo voltar a igreja depois de cumprida a penitência determinada.
No século XII, essa
pratica aplicada aos pecadores públicos e notórios, passou a ser aplicada em
toda a Igreja Católica Romana na quarta-feira antes do período da quaresma, por
isso a quarta-feira de cinzas.
No imaginário católico
romano ao receber as cinzas, o crédulo entra num período de purificação, e como
penitência, a abstenção de comer carne era o maior sofrimento, pois durava 40
dias.
Embora atualmente essa
tradição tenha perdeu força e o os católicos passou a exclui a carne do
cardápio só na semana, chamada de Santa.
Na teologia católica o
costume das cinzas manifesta a condição de pecador confessada exteriormente e a
busca do arrependimento.
É o renascer a partir do
mito egípcio da Fênix: o renascer das cinzas.
Nós cristãos evangélicos
temos a certeza de que não precisamos renascer anualmente, nas as
quartas-feiras de cinzas porque temos a certeza de que em Cristo renascemos
apenas uma vez e para toda a eternidade
O que nos diz Jesus quanto a confissão de pecados: “Tu, porém, quando
orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em
secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mat.6,6).
Com certeza a recompensa do Deus misericordioso não é a exposição
pública do pecador, pois, por conta de Sua misericórdia não somos consumidos.
Se para os hebreus a prática de cobrir-se de cinzas era a manifestação
pública da consciência do pecado na esperança do perdão de Deus.
Para nós cristãos a verdadeira consciência do pecado é obra do Espírito
Santo e o perdão só em Cristo Jesus.
Por isso, não precisamos das cinzas da quarta feira.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Quando as mascaras caem
Quando
as máscaras caem
Todos os anos no período de carnaval as pessoas submergem no anonimato das máscaras porque elas querem o prazer de uma liberdade ou talvez a prática da indecência como pessoas desconhecidas.
Este
ano, 2023, haverá oficialmente os festejos de momo pois segundo as autoridades
sanitárias a pandemia do Corona vírus já se foi.
Não quero
falar de máscara de tecidos, acrílico ou outro qualquer material.
Quero
falar das máscaras moral, ética e espiritual.
O
carnaval é um período de caos abstrato que possibilita as pessoas a se livrarem
daquilo que consideram amarras sociais, éticas e até religiosas.
É o
momento de jogar no lixo a responsabilidade pessoal, a preocupação mental e a
alto-disciplina social.
Nem
se lembram que o período de divertimento sem controle vai embora na mesma
rapidez que chegou.
E só
resta ao folião contabilizar o prejuízo acumulado na enganosa liberdade. Prejuízo
econômico, moral, ético e espiritual passa sufocar o mascarado de momo, agora
ressacado.
Todos
os que usam máscaras um dia serão desmascarados, pois há alguém que não se deixa
enganar pelas fantasias.
Alguém
com olhos tão penetrantes que consegue tudo por atrás de máscara. Os olhos do Deus
vivo e santo veem todas as coisas; são olhos que te seguem sempre em todos os
lugares.
Na
balbúrdia do carnaval os olhos de Deus te observam, se nenhuma pessoa te
identificar, Ele te reconhece.
Ele
sabe tudo ao teu respeito e presencia tudo que o fazes. Diante dele, todas as
marcaras caem.
A
folia de momo é com a relva do campo murcha na mesma rapidez que que floresce e
deixa o encantado folião com o coração vazio, mal-humorado, sentimento de miserabilidade
A
vida ficou monótona, vazia e restou somente um gosto amargo.
O
carnaval chega vestido de alegria e vai embora desnudo deixando um rasto de aflições,
dores, sofrimentos e desesperos.
Aqueles
que ao momo dedicou a vida certamente será abandonado sujo e manchado pelo
pecado. Além do coração decepcionado e vazio.
Queridos. Lembre-se que Deus amou mundo de tal maneira que deu seu filho, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna, e que o sangue de Jesus Cristo o seu filho nos purifica de todos pecados.
Hoje
é o dia em Deus quer arrancar dos rostos dos homens as máscaras da justiça
própria, do orgulho e da altivez.
Hoje
retire a máscara e peça perdão a Deus, pois se assim não fizer Ele vai
desmascarar.
Um
conselho. Busque a alegria que não usa máscara, uma alegria verdadeira da alma.
Alegria pura, sem mancha. Alegria que dura a eternidade e não apenas três dias.
Lembre-se.
As máscaras não te escondem de Deus.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
Voos. Assentos especiais
Voos. Assentos especiais: REPRODUÇÃO – Projeto reserva dois assentos especiais para passageiros obesos em voos regulares, Deputado ressalta que, nos últimos anos, o tamanho e a distância das poltronas nos aviões foram reduzidos O Projeto de Lei 296/23 estabelece a reserva de assentos especiais para passageiros obesos em voos regulares no transporte aéreo. Pelo texto em análise na …
Dicas de saúde – 5
Dicas de saúde – 5: – Quem quiser buscar seus sonhos, busque… mas lembre-se que é muito melhor ser feliz agora, dentro da sua realidade. – Não fique fugindo dos seus problemas, pois essa fuga só alimenta o problema e nos torna ainda mais vulnerável a eles. – Não fique preso ao passado, mas procure sempre seguir em frente. Não …
Carnaval Não se deixe enganar
NÃO SE DEIXE ENGANAR: CARNAVAL
A palavra Carnaval tem duas origens. Uma é italiana:
carnevale e a outra é grega: carrum navales.
A palavra carnavale que é traduzida por “carne vele” está
relacionada com à ideia de se fazer uma festa para se comer muita carne, uma
churrascada, por conta da quaresma quando há a proibição de comer carne por quarenta
dias sem comer carne segundo a tradição católica. Lembrando que a princípio o
carnaval era uma festa religiosa
A segunda palavra “carrum navales”, está relacionada aos
desfiles na Grécia Antiga em homenagem a Dionísio, quando sua imagem era
transportada em uma grande embarcação sobre rodas e puxada por cavalos (Carro
naval).
Em sua origem latina
(grega/Romana) o período dos folguedos estava ligado às ações religiosas, por
isso que a Páscoa acontece quarenta dias após o carnaval, mas com o passar dos
anos o folguedo foi perdendo o sentido religioso ao ser incorporado nele as
mais diversas tradições cultistas pagãs.
No Brasil carnaval é sinônimo de devassidão, libertinagem a
partir da liberação sexual que chega a ser reconhecida pelos governos a partir
da distribuição gratuitas de milhões de preservativos com a mensagem do fazer
“sexo seguro”.
Para muitos o carnaval é como um momento ‘anti-divino’, mas
com possibilidade de divinização a partir das cinzas da quarta feira para
aplacar a ira de Deus. Na quarta de cinzas, evoca-se que vindo do pó, para o pó
retorna como que se morre e revive das cinzas no mito da Phenix, egípcia.
Queridos. Não se deixe enganar.
O carnaval é o continuísmo das antigas bacanais
greco-romanas, as festas dionisíacas que hoje acontecem nas diversas “formas
culturais”.
É lamentável que em nome da cultura rios de dinheiros do
povo desembocam no lamaçal da violência de todas as espécies, enquanto parte da
população não tem cidadania e são apenas saciados pela cilada do “pão e circo”.
Enquanto o povo participa do
“circo”, as migalhas pães não caem para “os cachorrinhos”. Como seria bom que
as máscaras caíssem e a população pudesse contemplar as marcas leprosas das
políticas públicas.
Queridos. Quando se tem Cristo na vida e no coração, com
certeza a carne deixa de 'valer' o 'carro naval' submergirá nas profundezas dos
oceanos e passa-se a ter o pão e a água da vida no lugar da cultura pagã, da violência
e da devassidão.
Que o senhor te abençoe e te guarde.
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