sexta-feira, 4 de março de 2022

O amor de Deus


Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.16)

Queridos. Por que Deus ama o mundo? Porque Ele é o Criador do mundo, das pessoas, de toda as coisas sem exceção.

Mas de forma bem suscinta quando dizemos que Deus amou o mundo, estamos querendo dizer que ele ama o pecador.

Foi por isso que o Verbo se fez carme em Cristo, e se humilhou ao nível de um criminoso se deixando pendurar em uma cruz.

Por amor ao pecador rebelde indiferente O rejeita, sem nada quer saber dele. Mas ele o acolhe apesar de sua zombaria, hipócrita, frieza, indiferença e devassidão. Em outras palavras ele nos ama.

Por que Ele fez isso? Que misterioso a amor é esse?

Queridos. Só quem crer nele, pode compreender este mistério.

Não seria injusto da parte dele se ele abandonasse o gênero humano ao seu próprio destino, pois gerações e gerações, se voltam contra ele, mas Ele nunca fará isso.

Sua vontade é de amar o mundo: “Com amor eterno eu te amei” como revela o profeta Jeremias 31.3.

Deus ama o mundo que O odeia, o mundo que lhe é hostil, o mundo que matou seus profetas e que não o recebeu verbo quando se fez carne e habitou em nosso meio.

Deus ama o mundo de forma incompreensível.

Do ponto de vista humano é um amor louco que se sacrifica a si mesmo pelo pecador, por mim e por você.

Conheço somente uma resposta para tal atitude: o milagre do amor incondicional.

Milagre esse que vai além da nossa compreensão; vai muito além do meu poder de entendimento porque o amor de Deus não tem fim.

Queridos.

No amor de Deus está a revelação que somos filhos benditos do Pai.

No amor de Deus está a revelação do perdão dos pecados.

No amor de Deus está a revelação da vida eterna.

Só nos resta agradecer por não termos sidos desprezados. E assim louvá-lo na gloriosa Trindade.

Lembre. Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

quinta-feira, 3 de março de 2022

O Consolador


O Consolador

Mas Eu vos digo a verdade: convém-vos que Eu vá, porque, se Eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, Eu for, Eu vo-Lo enviarei. João 16:7.

Queridos. O medo encheu o coração dos discípulos quando Jesus lhes contou que retornaria para o Céu.

O medo é uma sensação desagradável desencadeada pela percepção de perigo, real ou imaginário. É a ideia de que algo ou alguma coisa ameaça a segurança ou a vida de alguém.

Certa ocasião Jesus, falou “não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; teme, antes, aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno”.

Apesar de Jesus garantir aos discípulos que não os deixaria órfãos, que o Pai eterno ia protegê-los, mesmo assim os corações deles se encheram de medo.

Mesmo com a promessa do envio do Seu representante, o Consolador, o Espírito Santo. Seu representante na Terra, eles tiveram medo. O Espírito Santo veio para confortar os discípulos, a você e a mim.

O Espírito Santo teve participação efetiva na criação e desempenhado importante papel na vida da humanidade desde o início; Ele é mencionado no Novo Testamento 262 vezes, dependendo das versões, e aparece no Antigo Testamento como o Espírito do Senhor.

Convenceu os antediluvianos de seus pecados; completou a vida de Sansão, de Josué, de Gideão entre outros; os profetas sentiram a sua influência.

No Antigo Testamento, encontramos o Espírito Santo como o poder de Deus atuando na vida das pessoas, convencendo-as, encorajando-as e guiando-as para o conhecimento real de Deus.

Essa promessa do Consolador por Jesus aos discípulos representava um derramamento e uma habitação especial não só para a igreja primitiva, mas para a igreja contemporânea, isto é para mim e para você.

Quando Jesus enviou o Consolador, não que Ele não estivesse aqui na Terra, mas as pessoas só puderam recebê-Lo em Sua plenitude a partir desse momento; elas viram o Espírito Santo atuando no Pentecostes como nunca.

Queridos. Vocês já pararam para considerar e apreciar a absoluta necessidade da habitação do Espírito em sua vida?

Lembre-se que sua vida não significa nada, a menos que o Espírito Santo o guie! Sem Ele, não podemos realmente experimentar a Jesus em nossa vida.

Assim, deve ser a nossa oração diária: Santo Espírito, torna real a minha experiência com Jesus hoje."  Amém.

 

 

quarta-feira, 2 de março de 2022

Não precisamos de cinzas


Não precisamos de cinzas

NÃO PRECISAMOS DAS CINZAS DA QUARTA FEIRA./Site.02.03.2022

As cinzas no imaginário religioso simbolizam sofrimento, luto, penitência, assim como remete para a finitude da matéria ao passar pelo fogo. Nos textos do Antigo Testamento a aplicabilidade de cinzas sobre o corpo representava arrependimento do pecado como nos revela o texto de Mateus 11:21 (NTLH) – “Ai de você, cidade de Corazim! Ai de você, cidade de Betsaida!  - Porque, se os milagres que foram feitos em vocês tivessem sido feitos nas cidades de Tiro e de Sidom, os seus moradores já teriam abandonado os seus pecados há muito tempo. E, para mostrarem que estavam arrependidos, teriam vestido roupa feita de pano grosseiro e teriam jogado cinzas na cabeça! ”

Em Ezequiel 28,18. Lemos. “Você foi tão desonesto nas compras e vendas, que os seus lugares de culto foram profanados. Por isso, pus fogo na cidade e a queimei completamente. Todos os que agora olham para você estão vendo que você virou cinzas”.  Em Ezequiel 27:30 (NTLH) “Todos eles choram amargamente por você, jogando pó na cabeça e rolando nas cinzas em sinal de tristeza. ”.

Ester 4:1 (NTLH) - Quando Mordecai soube de tudo isso, rasgou a roupa em sinal de tristeza, vestiu uma roupa feita de pano grosseiro, pôs cinza na cabeça e saiu pela cidade, chorando e gritando”.

Nos primeiros séculos do Cristianismo aquele cometesse pecados gravíssimos e/ou escandaloso, eram obrigados a pagar penitência velada ou pública, que podia durar semanas ou anos, a depender das autoridades eclesiásticas da época.

As penitencias podiam ser pagas pelo pecador ou por terceiro a partir de negociação entre o pecador e o contratado para executá-la.

Aplicando ao carnaval na quarta-feira após o mesmo o pecador procurava uma igreja buscando arrependimento pelos pecados cometidos. Após ser exortado pela autoridade religiosa o pecador era coberto com uma pequena túnica amarrada com um cordão, tinha cinzas postas obre a cabeça e era mandado embora só podendo voltar a igreja depois de cumprida a penitência determinada.

No século XII, essa pratica aplicada aos pecadores públicos e notórios, passou a ser aplicada em toda a Igreja Católica Romana na quarta-feira antes do período da quaresma, por isso a quarta-feira de cinzas.

No imaginário católico romano ao receber as cinzas, o crédulo entra num período de purificação, e como penitência, a abstenção de comer carne era o maior sofrimento. Embora nos dias atuais essa tradição tenha perdido força e o consumo de carne, os católicos exclui do cardápio a carne só na sexta-feira da paixão.

Na teologia católica o costume das cinzas manifesta a condição de pecador confessada exteriormente e a busca do arrependimento.

O renascer como no mito egípcio da Phenix: o renascer das cinzas.

O bom é ter a certeza de que não precisamos renascer todas as quartas-feiras de cinzas porque em Cristo renascemos apenas uma vez e para toda a eternidade

O que nos diz Jesus quanto a confissão de pecados: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará”(Mat.6,6).

Com certeza a recompensa do Deus misericordioso não é a exposição pública do pecador, pois, por conta de Sua misericórdia não somos consumidos.

Se para os hebreus a prática de cobrir-se de cinzas era a manifestação pública da consciência do pecado na esperança do perdão de Deus. Para nós cristãos a verdadeira consciência do pecado é obra do Espirito Santo e o perdão só em Cristo Jesus. Não precisamos das cinzas da quarta feira.

 

terça-feira, 1 de março de 2022

40 milhões de escravos no mundo


40 milhões de escravos no mundo
Texto do Presbítero Elias Bispo (61 anos) da IPB Madalena, Recife/PE – “40 milhões de escravos no mundo. Sempre temos ouvido falar de condições análogas à escravidão, mas o artigo infracitado de Lisander Dias sobre o tema epigrafado me chamou a atenção pelo caráter “hereditário” inerente a uma dívida, algo que nunca tinha ouvido falar e que atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Paquistão. Ultimado Online ( https://www.ultimato. com.br/conteudo/familia-decristaos-paquistaneses-e-liberta-da-escravidao ), acesso em: 28fev2022, às 18:00h. 
No Brasil embora a escravidão tenha sido abolida desde a Lei Áurea de 1888, sabemos que fica caracterizada quando há condição degradante de trabalho, ocorra de maneira forçada, haja jornadas exaustivas e regime de servidão. De vez em quando, há divulgação pela mídia de relatos de que as autoridades estouraram cativeiros. 
Fiquei também a lamentar porque embora tenha sido abolida há 30 anos, essa condição continue a existir no Paquistão. Por conta desse artigo, numa rápida pesquisa na web, no site Jornal USP ( https://jornal.usp.br/atualidades/trabalho-analogo-a-escravidao-ainda-persiste-no-mundo/, acesso em 28fev2022, às 16:33h), encontrei o relato de que a Organização Internacional do Trabalho admite que a escravidão ainda é uma realidade em todo o mundo, mesmo após a entrada em vigor, em 2016, do protocolo de combate ao trabalho forçado. 
O continente com o maior número de casos é a Ásia, seguido pela África, América Latina e demais regiões. As vítimas deixam de receber pelo menos US$ 21 bilhões, a cada ano, em salários não pagos. Na visão da ONU, para dar fim a esse problema, é necessária uma ação coordenada de todos os países na adoção de medidas eficientes que diminuam as vantagens de quem utiliza essa forma de exploração. 
Então, refleti sobre o por quê dos governos não adotarem medidas mais drásticas já que envolve 40 milhões de pessoas? Por quê na Europa existem jovens escravas sexuais, vindas do leste europeu ou de países do terceiro mundo? Que mundo é esse, onde uns nascem para sofrer enquanto outros riem, no dizer da canção de Tim Maia? 
Lembrei-me de alguns fatos: 
(a) da condição do homem narrada pelo apóstolo Paulo de que somos escravos do pecado (Rm 3:23), mas que dele fomos libertados e nos transformamos em escravos de Deus, com vistas à santificação e, por fim, a vida eterna (Rm 3:22); 
(b) de que fomos escolhidos antes da fundação do mundo para sermos santos perante Ele (Ef 1:4), criados para as boas obras (Ef 2:8-10); 
(c) de que somos de Deus em Cristo (1Co 1:30). Louvo ao Senhor por homens como o Pastor Shahzad, que estão imbuídos do propósito de evangelizar e levar libertação aos oprimidos, libertação neste mundo e por toda a eternidade, pois todo aquele que invocar o nome do Senhor Jesus Cristo será salvo (Rm 10:13). 
O site da Union of Catholic Asian News detalha o tema com propriedade, motivo pelo qual sugiro a leitura, abordando dados na Ásia. ( https://www. ucanews.com/news/the-brick-kilnslaves-of-pakistan/92287# ), Mas deixo uma reflexão. Enquanto cristãos, como podemos ajudar? Elias Bispo – Brasil”meuip

Quando as máscaras caem


Todos os anos no período de carnaval as pessoas submergem no anonimato das máscaras porque elas querem o prazer de uma liberdade ou talvez a prática da indecência como pessoas desconhecidas.

Este ano, 2022, não haverá oficialmente os festejos de momo por conta da pandemia do Corona vírus e já faz um ano do uso obrigatório de máscaras fisicamente.

Não quero falar de máscara de tecidos, acrílico ou outro qualquer material.

Quero falar das máscaras moral, ética e espiritual.

O carnaval é um período de caos abstrato que possibilita as pessoas a se livrarem daquilo que consideram amarras sociais, éticas e até religiosas.

É o momento de jogar no lixo a responsabilidade pessoal, a preocupação mental e a alto-disciplina social.

Nem se lembram que o período de divertimento sem controle vai embora na mesma rapidez que chegou.

E só resta ao folião contabilizar o prejuízo acumulado na enganosa liberdade. Prejuízo econômico, moral, ético e espiritual passa sufocar o mascarado de momo, agora ressacado.

Todos os que usam máscaras um dia serão desmascarados, pois há alguém que não se deixa enganar pelas fantasias.

Alguém com olhos tão penetrantes que consegue tudo por atrás de máscara. Os olhos do Deus vivo e santo veem todas as coisas; são olhos que te seguem sempre em todos os lugares.

Na balbúrdia do carnaval os olhos de Deus te observam, se nenhuma pessoa te identificar, Ele te reconhece.

Ele sabe tudo ao teu respeito e presencia tudo que o fazes. Diante dele, todas as marcaras caem.

A folia de momo é com a relva do campo murcha na mesma rapidez que que floresce e deixa o encantado folião com o coração vazio, mal-humorado, sentimento de miserabilidade

A vida ficou monótona, vazia e restou somente um gosto amargo.

O carnaval chega vestido de alegria e vai embora desnudo deixando um rasto de aflições, dores, sofrimentos e desesperos.

Aqueles que ao momo dedicou a vida certamente será abandonado sujo e manchado pelo pecado. Além do coração decepcionado e vazio.

Queridos. Lembre-se que Deus amou mundo de tal maneira que deu seu filho, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna, e que o sangue de Jesus Cristo o seu filho nos purifica de todos pecados.

Hoje é o dia em Deus quer arrancar dos rostos dos homens as máscaras da justiça própria, do orgulho e da altivez.

Hoje retire a máscara e peça perdão a Deus, pois se assim não fizer Ele vai desmascarar.

Um conselho. Busque a alegria que não usa máscara, uma alegria verdadeira da alma. Alegria pura, sem mancha. Alegria que dura a eternidade e não apenas três dias.

Lembre-se. As máscaras não te escondem de Deus.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Será que ela está certa?


Será que ela está certa?No MINHA OPINIÃO de hoje vamos tratar um texto que recebi e achei que tem tudo haver com o envelhecimento das mulheres. O titulo é MULHERES e a autora é apresentada como Erma Bombeck.
Segundo a Wikipédia, “Erma Louise Bombeck foi uma humorista americana que alcançou grande popularidade por sua coluna de jornal que descrevia a vida em casa suburbana a partir de meados da década de 1960 até o final dos anos 1990”. Vamos titular o Nossa Opinião com o título: E não é que ela está certa!
REPRODUÇÃO – ” Mulheres. Aos 3 anos: Ela olha-se e vê uma rainha. Aos 8 anos: Ela olha-se e vê uma cinderela. Aos 15 anos: Ela olha-se e vê uma freira horrorosa. Aos 20 anos: Ela olha-se e vê-se muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, cabelo muito liso, muito encaracolado, decide sair mas, vai sofrendo… Aos 30 anos: Ela olha-se e vê-se muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, cabelo muito liso muito encaracolado, mas decide que agora não tem tempo para consertar e então vai sair assim mesmo. Aos 40 anos: Ela olha-se e vê-se muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, cabelo muito liso, muito encaracolado, mas diz: pelo menos eu sou uma boa pessoa e sai mesmo assim. Aos 50 anos: Ela olha-se e vê-se como é. Sai e vai para onde ela bem entender. Aos 60 anos: Ela olha-se e lembra-se de todas as pessoas que não podem mais olhar-se no espelho. Sai de casa e conquista o mundo. Aos 70 anos: Ela olha-se e vê sabedoria, risos, habilidades, sai para o mundo e aproveita a vida. Aos 80 anos: Ela não se incomoda mais em olhar para si. Põe simplesmente um chapéu violeta e vai se divertir com o mundo. Talvez devêssemos pôr aquele chapéu violeta mais cedo…”
Na MINHA OPINIÃO, Erma Bombeck deve ter experimentado essas fases da vidas, talvez você mulher não tenha passando por nenhuma dessas fases. Mas, se passou não é nada anormal, pois é vida como ela é ou nós construímos. Será que ela está certa?

Não se deixe enganar


Não se deixe enganar

A palavra Carnaval tem duas origens. Uma é italiana: carnevale e a outra é grega: carrum navales.

A palavra carnavale que é traduzida por “carne vele” está relacionada com à ideia de se fazer uma festa para se comer muita carne, uma churrascada, por conta da quaresma quando há a proibição de comer carne por quarenta dias sem comer carne segundo a tradição católica. Lembrando que a princípio o carnaval era uma festa religiosa

A segunda palavra “carrum navales”, está relacionada aos desfiles na Grécia Antiga em homenagem a Dionísio, quando sua imagem era transportada em uma grande embarcação sobre rodas e puxada por cavalos (Carro naval).

Em sua origem latina (grega/Romana) o período dos folguedos estava ligado às ações religiosas, por isso que a Páscoa acontece quarenta dias após o carnaval, mas com o passar dos anos o folguedo foi perdendo o sentido religioso ao ser incorporado nele as mais diversas tradições cultistas pagãs.

No Brasil carnaval é sinônimo de devassidão, libertinagem a partir da liberação sexual que chega a ser reconhecida pelos governos a partir da distribuição gratuitas de milhões de preservativos com a mensagem do fazer “sexo seguro”.

Para muitos o carnaval é como um momento ‘anti-divino’, mas com possibilidade de divinização a partir das cinzas da quarta feira para aplacar a ira de Deus. Na quarta de cinzas, evoca-se que vindo do pó, para o pó retorna como que se morre e revive das cinzas no mito da Phenix, egípcia.

Queridos. Não se deixe enganar. O carnaval é o continuísmo das antigas bacanais greco-romanas, as festas dionisíacas que hoje acontecem nas diversas “formas culturais”.

É lamentável que em nome da cultura rios de dinheiros do povo desembocam no lamaçal da violência de todas as espécies, enquanto parte da população não tem cidadania e são apenas saciados pela cilada do “pão e circo”.

Enquanto o povo participa do “circo”, as migalhas pães não caem para “os cachorrinhos”. Como seria bom que as máscaras caíssem e a população pudesse contemplar as marcas leprosas das políticas públicas.

Queridos. Quando se tem Cristo na vida e no coração, com certeza a carne deixa de 'valer' o 'carro naval' submergirá nas profundezas dos oceanos e passa-se a ter o pão e a água da vida no lugar da cultura pagã, da violência e da devassidão.

Que o senhor te abençoe e te guarde.

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SNPI ministra na IPB Barro  -  No domingo, 9 de agosto de 2026 , o Culto Vespertino da Igreja Presbiteriana do Barro, em Recife (PE) , pasto...

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