quinta-feira, 6 de outubro de 2022
Curiosidade
Cuidado com a miséria
CUIDADO
COM A MISÉRIA - Todos precisam saber que a miséria não faz parte do envelhecimento.
Envelhecer
não é doença é consequência do pecado na vida do homem desde o Jardim do Éden.
Davi expressando seu sentimento de culpa diante de Deus escreveu: “Enquanto calei os meus pecados,
envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia”[1].
Como todas as outras
desgraças que se abatem sobre a humanidade, a miséria não surgiu por acaso e
nem estava nos planos de Deus que a coroa de Sua criação experimentasse privações
e necessidades materiais, isto acontece por conta da má distribuição
das riquezas e uma divisão social injusta.
Diariamente milhões e milhões de
pessoas de todas as idades são vítimas da miséria de si mesma. O salmista Davi escreveu: “Fui moço e já, agora,
sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a
mendigar o pão”[2].
Duas palavras aqui servem de destaque no contexto do envelhecimento. A primeira é desamparo. Uma sociedade que é justa não desampara seus partícipes, infelizmente não podemos dizer que a sociedade brasileira é justa, pois o número de pessoas idosas que estão vivendo em total abandono nos dias de hoje é grande. A segunda é mendigar.
A quantidade de idosos pedintes tem aumentado de forma considerável apesar da vigência do Estatuto do Idoso desde 2004. Onde estão as Casa-lar, as ILPIs públicas para proteger e abrigar os menos favorecidos? A falta de políticas públicas para o envelhecimento é a promotora da miserabilidade que se encontra muitos idosos no Brasil.
O Estado não reconhece com dignidade aqueles que com suor, sangue e
lágrimas construíram o país. Desamparo e mendicância são violências cidadã presente
na vida de muitos brasileiros, principalmente no envelhecimento.
(Extraído do livro: Envelhecimento. O que todos precisam saber.
Autoria: Pinho Borges)
Acompanhamento de Proposições
Sempre vigilante
Sempre vigilante.
Queridos. A reflexão de hoje nos convida a nos preparamos para prestar conta a Deus da administração dos bens que ele nos concedeu. É um apelo à VIGILÂNCIA para a vinda do Senhor, que pode vir a qualquer momento em nossa vida.
E para isso quero refletir sobre a Parábola
dos Talentos, onde Jesus fala da sua 2ª vinda no fim dos tempos e a atitude com
que os discípulos devem esperar e preparar essa vinda. Conforme registra Mt.
25,14-30.
Um "senhor" viajou e deixou sua fortuna nas mãos dos servos; um recebeu cinco talentos, outro dois e a outro apenas um. Quando voltou, chamou os servos e pediu-lhes conta da sua gestão.
Os dois primeiros tinham duplicado a soma recebida e foram louvados pelo "senhor", mas o terceiro escondeu cuidadosamente o talento recebido, pois conhecia a exigência do "senhor" e tinha medo. foi severamente criticado e condenado.
A Parábola refere-se à Vinda do Senhor Jesus,
no final dos tempos...
O "Senhor" representa Jesus,
que antes de subir aos céus deixou todos os seus "Bens" aos cuidados
dos discípulos.
Os Talentos são os "bens"
que Jesus deixou na sua Igreja, como o Evangelho, sua mensagem de salvação, seu
amor incondicional.
Os Servos depositários desses bens,
são os discípulos de Jesus, que devem produzir na medida de nossas
possibilidades. Como depositários dos bens de Cristo somos as testemunhas do
projeto de salvação que o Pai tem para os pecadores e para os publicanos do
nosso tempo.
Que as nossas palavras sejam de consolação
para os tristes e desanimados; assim como nossos braços estejam sempre abertos
para a acolher os fragilizados sócio religiosamente esquecidos.
A Parábola em tela revela a irresponsabilidade de quem se omite, e deixa os bens do Senhor infrutíferos, privando o mundo dos frutos divinos. Devemos agir como os dois servos que fizeram os "bens" frutificar.
Queridos. Não se deixe dominar pelo comodismo; tenha coragem de arriscar, de lutar para que os valores do reino nunca sejam enterrados.
Não seja a Igreja que se identifica com o mundo; seja a igreja corpo de Cristo mais humana, mais evangélica; Não seja como o servo, que enterrou os "bens" que o senhor lhe confiou.
Muitas vezes o enterrar os bens de Deus está não
se doam aos outros; no não tenho tempo; não tenho jeito.
Queridos. No final da minha vida desejo ouvir do Senhor nosso Deus: "Servo Bom e fiel. Vem participar da minha alegria."
quarta-feira, 5 de outubro de 2022
O Golpe do baú poderá ressurgir.
Minha Opinião de hoje, vai tratar da possível ressureição do
Golpe do Baú. É que passeia nos corredores do Superior Tribunal Federal (STF) em
Brasília/DF, uma matéria que poderá fazer ressurgir o Golpe do Baú, anulando a obrigatoriedade
de Separação de Total de Bens, nos casamentos de pessoa maior de 70 anos.
Pois bem o STF, que cuida de tudo, vai decidir se os
casamentos com total separação de bens é constitucional.
Até hoje, os casamentos com, ou entre maiores de 70 anos, tem
a obrigatoriedade de separação total de bens; ainda vigorando, a lei tem como
objetivo preservar os bens pessoais em golpes matrimoniais, o conhecido Golpe
do Baú, onde o objeto do amor não é a pessoa, mas os seus bens.
A temática entrou em pauta a partir de um Recurso
Extraordinário com Agravo (ARE), que repercutiu no Plenário, motivado por um
inventário onde se discute a aplicação do regime de bens numa união estável
iniciada a partir dos 70 anos.
Um juízo de Primeira Instância, considerou aplicável o
regime geral parcial de bens uma união de maiores de 70 anos, assim como reconheceu
o direito de participação hereditária, seguindo tese do STF de que é
inconstitucional a distinção de regimes sucessórios entre cônjuges e
companheiros.
A matéria, objeto de recurso extraordinário, teve
repercussão geral reconhecida, mas ainda não tem data prevista para o
julgamento do mérito.
Na minha opinião sendo reconhecida como inconstitucional, caindo
a proibição de do regime de separação total de bens com certeza aumentarão o número
de casamentos por interesses econômicos futuros,
o famoso Golpe do Baú.
Saudação aos idosos
Quando Deus age
Quando Deus age.
Exaltado seja o Deus de minha salvação!
o Deus que por mim tomou vingança...; o Deus que me livrou dos meus inimigos;
sim, Tu que me exaltaste acima dos meus adversários, e me livraste do homem
violento. Sal. 18:46-48.
Na segunda metade do século dezesseis,
na Escócia, John Welsh, pregador e genro do reformador escocês John Knox, foi
perseguido implacavelmente por aqueles que desejavam tirar-lhe a vida. Durante
longo tempo ele conseguiu escapar de seus perseguidores, mas por fim parecia
não haver lugar seguro onde esconder-se. Ele orou e creu que Deus lhe mostraria
um plano para despistar os inimigos.
Naquela noite, Welsh bateu à porta de um
homem conhecido por sua feroz oposição aos "pregadores do campo", o homem
que procurava prender Welsh, mas nunca o havia encontrado.
Não reconhecido pelo dono da casa, Welsh
foi recebido com bondade.
Durante a noite, a conversa chegou ao
odiado Welsh.
O anfitrião queixou-se amargamente de
não ter conseguido capturar esse homem que ele considerava um rebelde e agente
de Satanás.
- Fui encarregado - disse Welsh - de
capturar essas pessoas. Eu sei onde Welsh vai pregar amanhã.
Se o senhor quiser, posso colocá-lo em
suas mãos.
- Nada me daria mais prazer - disse o
dono da casa.
No dia seguinte, Welsh e seu anfitrião
caminharam até o lugar onde os fiéis haviam combinado reunir-se.
Welsh convidou seu anfitrião a sentar-se
na única cadeira disponível - uma cadeira que Welsh havia providenciado
especialmente para ele.
Então começou a pregar acerca do amor de
Deus pelos pecadores. Falou com tanto poder que o coração de seu inimigo se
comoveu.
No encerramento da reunião, Welsh disse:
- Senhor, eu sou Welsh. Leve-me e prenda-me, e faça o que bem quiser.
Seu ex-inimigo, agora amigo e converso,
recusou!
Queridos.
Quando, com fé, nos lançamos mão de Deus,
Ele muda maravilhosamente as desanimadoras perspectivas.
Ele faz assim para a glória de Seu nome.
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